12/10/2008

Estava a ficar cada vez mais nervoso, mais nervoso, mais nervoso, não conseguia parar a perna, nao conseguia parar de olhar para ela. Ela ria-se enquanto passeava pela sala fora, dizendo olá aos homens que eu odiava, aos homens que eu invejava. Lá andava ela, a fingir-se de puta, como se tivesse mamas para isso. Eu estava mesmo nervoso, queria chegar à beira dela, agarrar-lhes pelos cabelos e dizer-lhe "puta, hoje vens para casa comigo!", depois ela iria berrar e talvez lutar comigo, mas eu puxar-lhe-ia ainda mais os cabelos e ela iria chorar. Detesto gajas que choram, quanto mais putas que choram, iria bater-lhe ainda mais e berrar-lhe ainda mais até ela se calar.

Estava ainda mais nervoso do que há pouco, sentado num sofá merdoso com manchas de esporra. Levantei-me e fui ter com ela "Ana, vamos para minha casa." Ela ficou pasmada a olhar para mim, "Mas quem és tu? Eu conheço-te?". Claro que me conheces puta, sou eu que te persigo para onde queres que vás. "Não me conheces, mas eu estou-te a dizer para irmos para minha casa." As pessoas em volta começaram-se a aperceber da cena e eu agarrei-a pelo pulso "Vamos, anda lá..." Ela debateu-se, tentou bater-me com os punhos mas eu agarrei-a pelos cabelos, esbofeteei-a. As coisas estavam a correr melhor do que eu pensava. Arrastei-a para o carro, ninguém nos seguiu. Atirei-a contra o capot e rasguei-lhe a saia, puxei-lhe as cuecas, montei-a. Fodi-a. "Puta!" gritei-lhe vezes sem conta. Ela não chorava, estava como que vazia, mas eu aposto que ela estava a gostar, por isso dei o meu melhor. Vim-me e saí de cima dela, puxei-lhe as cuecas para cima e disse-lhe "Desculpa lá pela saia, mas tinha mesmo de te foder."
Sentei-a no chão, meti-me dentro do carro e fui jantar com a minha mãe.