01/02/2009

Liguei-lhe as 2h da manhã, desavergonhadamente, e lamuriei-me ao telefone. Pedi-lhe que trouxesse para minha casa as suas belas pernas pois há muito tempo que não tocava num par delas. Ela resmungou qualquer acerca da minha estupidez e previsibilidade mas, eventualmente, acabou por aparecer em minha casa. Quando abri a porta, ela agarrou-me pela orelha e arrastou-me para a cozinha. “Senta-te”, berrou-me ela. Tentei fazer-lhe frente mas acabei por cair por cima da mesa da cozinha. Senti-me como um bebé desamparado e, por isso, fiz jus à minha nova condição: chorei. Foi a melhor coisa que poderia ter feito. Logo de seguida ela bateu-me na cara, e eu acordei por momentos. Agarrei-a pelos pulsos e empurrei-a contra a parede. Ela debateu-se e deu-me uma joelhada que por pouco não me acertou nos testículos. “Ora aqui vamos nós.”, pensei. Virei-a de cu para mim e levantei-lhe o vestido. Dei com um rabo arrebitado e branco, sem cuecas pela frente. Com a grande tusa com que estava, fodi-a como a um animal. Ela gemia e mexia a cabeça, de um lado para o outro, isso punha-me doido. Não consegui aguentar muito e vim-me. Senti a frustração dela e a culpa caiu sobre mim. “Filho da puta”, pensei, mas logo depois a minha cabeça voltou a ficar em branco.