25/05/2009

Já não aguentava mais! Andou duas semanas seguidas colado no telemóvel, ou era nas mensagens ou era nas chamadas (puta que pariu o extravaganza) e quando eu lhe perguntava "'Tás a falar com quem?" ele dizia "Ah, é o António, vamos ali ao Latino's beber um copo" e saía de casa sem sequer me dar um beijo ou um apalpão no rabo. Eu não sou burra, este é irmão deste e primo do outro, claro que ele andava a meter a pila onde não devia! Eu não sou burra, ainda ele andava a bater punhetas e já eu andava a mama-las. Então, não aguentei mais, foi a última vez, fui atrás dele. Peguei no carro e na pistola dele, sempre quis usá-la, e fui atrás dele, 'tava ele na vila, numa tasca qualquer com uma brasileira ao colo. Foda-se, nunca lhe vi tão assustado. Entrei e berrei "António, é esta que andas a comer? Seu paneleiro!!" e ele levantou-se e começou "Não Teresa, não é o que 'tás a pensar, olha, ela é que se sentou no meu colo, tá bêbada, olha para a cara dela.." e a outra puta só se ria. Ai Carmo, só m'apetecia era matá-los aos dois, ali mesmo. E foi quase isso que fiz, apontei-lhe a arma e disse "António, vamos para casa tratar disto, eu não sou burra, 'tás a ouvir? EU NÃO SOU BURRA!" Se tu visses a cara dele, só parecia que se ia mijar todo. A outra porca da brasileira estava branca, ahaha branca, percebes?, e e eu disse-lhe "E tu minha puta barata, ai de ti que te veja outra vez, nem vais saber de onde vieste!". Empurrei o Leonel pó carro e dei-lhe com a pistola na cabeça "Não sabias deixa-la metida nas calças pois não? És mesmo boi!". Ele não piava, eu 'tava mesmo fodida, só me apetecia lixar-lhe a pila toda para tirar o aquele fedor de brasileira...